segunda-feira, 13 de maio de 2013

Segundo Bimestre


Situação 1 - O CHOQUE DAS CIVILIZAÇÕES
Choque de civilizações é uma teoria proposta pelo cientista político Samuel P. Huntington segundo a qual as identidades culturais e religiosas dos povos serão a principal fonte de conflito no mundo pós-Guerra Fria. A teoria foi originalmente formulada em 1993, num artigo da Foreign Affairs chamado "The Clash of Civilizations?" Huntington posteriormente expandiu sua tese num livro de 1996 chamado The Clash of Civilizations and the Remaking of World Order (do inglês "Choque de Civilizações e a Reconstrução da Ordem Mundial").
Huntington começou a articular suas ideias ao examinar as diversas teorias sobre a natureza da política global no período pós-Guerra Fria. Alguns teóricos e autores argumentavam que os direitos humanos, a democracia liberal e a economia capitalista de livre mercado se haviam tornado a única alternativa ideológica após o fim da Guerra Fria. Especificamente, Francis Fukuyama afirmava que o mundo havia atingido o "fim da história" num sentido hegeliano.
Huntington acreditava que, embora a era das ideologias houvesse terminado, o mundo havia simplesmente retornado a um estado normal caracterizado pelos conflitos culturais. Em sua tese, argumentava que os conflitos no futuro teriam como eixo principal critériosculturais e religiosos. Postula, ainda, que o conceito de diferentes civilizações, como nível maior de identidade cultural, se tornará cada vez mais útil para analisar o potencial de conflitos. No artigo de 1993 na Foreign Affairs, Huntington escreve (tradução livre do inglês):
“ Minha hipótese é que a fonte fundamental de conflitos neste mundo novo não será principalmente ideológica ou econômica. As grandes divisões entre a humanidade e a fonte dominante de conflitos será cultural. Os Estados-nações continuarão a ser os atores mais poderosos no cenário mundial, mas os principais conflitos da política global ocorrerão entre países e grupos de diferentes civilizações. O choque de civilizações dominará a política global. As falhas geológicas entre civilizações serão as frentes de combate do futuro.
Huntington parece pertencer à escola primordialista, ao pensar que grupos culturalmente definidos são antigos e naturais; entretanto, suas primeiras obras parecem indicar que ele seria um funcionalista estrutural. Sua visão de que Estados-nações continuariam a ser os atores mais poderosos vai ao encontro do realismo. Finalmente, sua advertência de que a civilização ocidental pode declinar é inspirada por Arnold J. Toynbee, Carroll Quigley e Oswald Spengler.
Devido a uma enorme reação e à solidificação de seus pontos de vista, Huntington posteriormente expandiu sua tese no livro The Clash of Civilizations and the Remaking of World Order ("Choque de Civilizações e a Reconstrução da Ordem Mundial"), de 1996.
 Huntington lançou outras bases de entendimento da história, política e sociologia. Segundo ele a humanidade poderia ser dividida em oito civilizações:
Civilização sínica ou chinesa - Seria civilização baseada principalmente na cultura da China e regiões vizinhas e/ou com culturas semelhantes, como CoreiaVietnã e Tibete.
Civilização nipônica ou japonesa - Seria a civilização centrada na região do Japão, e dessa maneira a única civilização com somente um país, visto que este possui cultura autônoma. No entanto, a Coreia do Sul também tem cultura semelhante, embora por questões políticas é considerada sínica. O Japão também possui forte influência da civilização ocidental.
Civilização hindu - Seriam os países que tem o hinduísmo como religião predominante, principalmente os que se estendem no rio Indo, como a Índia e o Nepal.
Civilização budista - Seria composta pelos países asiáticos na qual o budismo é a religião predominante, como a Mongólia, aTailândia e a Camboja. O Tibete também pode ser incluído nessa civilização, embora acredita-se que seja sínico por questões políticas.
Civilização islâmica, muçulmana ou árabe - Seria a civilização constituída pelos países que têm o Islã como religião predominante, e que por vezes falam a língua árabe. Localiza-se principalmente na península arábica e norte da África (incluindo também outras partes da África próximas).
Civilização ocidental - Provavelmente seria a maior das civlizações, consiste nos países na América e na Europa ocidental, e outros países que têm o Cristianismo como religião predominante, devido à influência europeia (como África do SulAustrália eNova Zelândia).
Civilização lationoamericana - Seria uma subdivisão da civilização ocidental, (Sub-Civilização) constituída pelos países independentes da América Latina que tem uma pequena distinção cultural e social. Embora muitas vezes países e regiões do Cone Sul são considerados como completamente pertencentes ao ocidente.
Civilização ortodoxa - Seria a civilização de países que têm como religião predominante a doutrina ortodoxa do Cristianismo, constituída principalmente pela Rússia e pelo Leste Europeu.
Civilização subsaariana - Seria uma civilização relativamente grande, formada pelos países africanos localizados ao sul do deserto do Saara, predominamente cristãos.
Huntington sustenta que a história da humanidade seria a história dos choques de civilizações que estaria ainda longe de terminar. Esta opinião contrasta com a de Francis Fukuyama que em seu livro "O Fim da História e o Último Homem" defende que a história atinge sua homeostase com a supremacia do ocidente.
Com a globalização hoje podemos encontrar hindus, confucionistas, ortodoxos, etc. em praticamente todos os países do mundo. De fato, embora as concentrações geográficas sejam evidentes, as civilizações são maiores e mais complicadas do que isso. Em verdade estão espalhadas pelo mundo todo de maneira ideológica e histórica não respeitando muito fronteiras nacionais.
Voltando a Huntington, a Etiópia e o Haiti poderiam ser considerados "estados solitários" assim como o Caribe que constitui uma entidade distinta flutuando entre a civilizações Africana e Latinoamericana. Se os países da América latina, assim como os antigos membros da União Soviética se definirão como parte da civilização ocidental ou autônomos seria uma importante decisão a ser tomada.
As civilizações Ocidental e Islâmica, seriam as únicas com intenções de expansão e pretensões universalistas e por isso encontrariam-se constantemente em confrontos e disputas culturais, políticas e ideológicas.
O choque das civilizações. Samuel Huntington
Samuel Phillips Huntington (1927-2008) era um economista estadunidense, muito influente e conservador que se ficou conhecido por sua “teoria do choque de civilizações”, ele também estudava outros temas como golpes de Estado e as ações dos militares e do poder civil.
Adepto do historiador e filósofo polonês Feliks Koneczny, acreditava que os principais atores políticos do século XXI seriam civilizações e não os estados nacionais. Também afirmava que os principais conflitos após a guerra fria, não seriam de fundo ideológico, mas, de fundo religioso.
Autor de mais de 15 livros e diversos artigos acadêmicos, recentemente analisava outra causa, a ameaças que a imigração representa para os EUA.
Segundo ele a política mundial entrou em uma nova fase, onde as fontes principais de conflito serão essencialmente ideológica ou essencialmente econômicas. O choque das civilizações dominara a política global e isto causara às batalhas do futuro.
O conflito entre civilizações caracteriza uma evolução do mundo moderno. Antes os conflitos se davam entre governantes, nesse processo surgiram às nações-estados e as linhas de conflito situaram-se entre nações. Com a Guerra Fria esses conflitos passam ser ideológicos.
A partir deste ponto o mundo passa a se dividir em função de sua cultura e civilização. Civilização é o mais amplo agrupamento de pessoas num abrangente nível de identidade cultural, que se define por objetivos comuns como língua, religião, costumes, etc. e auto-identificação subjetiva dos povos. Essas civilizações são dinâmicas tendo apogeu e declínio, uniões e divisões podendo com o tempo desaparecer.
O choque entre as civilizações se dará primeiramente por diferenças como a história, cultura, língua, tradições e principalmente pela religião. Essas concepções diversas entre as civilizações geraram ao longo do tempo conflitos. A interação entre diferentes civilizações gera hostilidade entre alguns povos e receptividade a imigração de outros. Alguns povos reagem negativamente a investimentos de determinados países reforçando as diferenças e animosidades surgidas há muito tempo.
Os processos de modernização econômica e mudanças sociais separam as pessoas da identidade local. A religião preenche esse vazio, fornecendo identidade além das fronteiras nacionais e unindo as civilizações. O crescimento da consciência civilizacional é acentuado pelo Ocidente que esta no auge de seu poder que se confronta com não ocidentais que tem desejos, determinações e recursos para moldar o mundo de forma não ocidental.
As diferenças de natureza cultural são mais difíceis de mudar, conciliar e resolver do que as de natureza política e econômica. A religião é um exemplo dessa dificuldade. A importância de blocos econômicos regionais deve continuar crescendo, a cultura comum facilita a expansão das relações econômicas. O choque entre as civilizações se dará em nível micro, ao longo das linhas de cisões que lutam pelo território e em nível macro, onde Estados diferentes competem por poder militar, controle de instituições internacionais e competitividade política e religiosa.
Linhas de cisão estão substituindo as fronteiras políticas. Em guerras com povos de civilizações distintas elas tendem a buscar apoio de outros membros de sua civilização. Conflitos também podem ocorrer entre Estados e grupos de uma mesma civilização, só que em intensidade menor. Políticos populistas e membros religiosos se tornam um importante instrumento para pressionar os governos por possuírem o apoio das massas.
O ocidente desfruta de poder com relação às outras civilizações, por terem supremacia militar incontestável. Os Estados Unidos possuem poder de decisões em questões econômicas políticas e de segurança global, através de instituições internacionais como a ONU e o FMI, dirige o mundo de modo a preservar o domínio ocidental. Isso pode desencadear conflitos entre o “ocidente e resto do mundo”.
À medida que as pessoas se diferenciam pela civilização, os países com grandes números de povos, tendem a se desintegrar. Para redefinir sua identidade um país dividido, precisa ter sua elite política e econômica favorável à condição, sua opinião publica tende estar de acordo e a civilização a que venha fazer parte devem estar dispostos a aceitar a conversão. Com estas diferenças estão surgindo os “Estados Armados”, o ocidente esta voltando à atenção para nações hostis ou potencialmente hostis.
O autor fala que as diferenças entre civilizações são reais e importantes, pois a partir delas surgirão os conflitos. O ocidente terá que se adaptarem as civilizações modernas não ocidentais compreendendo seus pressupostos filosóficos e religiosos. As civilizações terão que aprender a coexistir com as outras.
_________________________________________________________
Fonte:
Wikipédia.com.br
HUNTINGTON, Samuel P. O choque de civilizações: e a recomposição da ordem mundial. tradução de M. H. C. Côrtes. Rio de Janeiro: Objetiva, 1997.

Situação de aprendizagem 2

Geografia das religiões
CRISTIANISMO
A religião cristã surgiu na região da atual Palestina no século I. Essa região estava sob domínio do Império Romano neste período. Criada por Jesus espalhou-se rapidamente pelos quatro cantos do mundo, se transformando atualmente na religião mais difundida.
O Cristianismo começou como uma seita judaica e é classificada como uma religião abraâmica. Originária do Leste do Mediterrâneo, cresceu rapidamente em tamanho e influência dentro de poucas décadas. Pelo século IV, havia se tornado a religião oficial do Império Romano. Durante a Idade Média, grande parte da Europa foi cristianizada. Entretanto, os cristãos ainda eram uma minoria religiosa no Oriente Médio, Norte da África e em partes da Índia. Após a Era dos Descobrimentos, através da obra missionária e das colonizações, o Cristianismo se espalhou para a América, Austrália e no resto do mundo. Por isso, o cristianismo é a filosofia de vida que mais fortemente caracteriza a sociedade ocidental.
Com cerca de 2,1 bilhões de adeptos atualmente, o Cristianismo é a maior religião do mundo, sendo predominante na Europa, América e Oceania. É hoje a maior religião mundial, adotada por cerca de 33% da população do mundo.
As principais datas comemoradas são o Natal, onde é a celebrado o nascimento de Jesus Cristo , a Páscoa que é a ressurreição de Jesus , Pentecostes que celebrado 50 dias após a Páscoa e recorda a descida e a unção do Espírito Santo aos apóstolos.
Existem três ramos do Cristianismo: Protestantismo, Catolicismo e Igreja Ortodoxa. Devido a isso, existem também, diferentes concepções e aspectos em cada um deles. Contudo, de forma universal, podemos afirmar que os adeptos ao Cristianismo crêem na existência de um Deus, criador do universo; de Jesus Cristo, elemento central da religião, considerado o redentor da humanidade; e da vida após a morte.
Diversidade do cristianismo
            Atualmente, ele é praticado por pelo menos um terço da população mundial (mais de dois bilhões de seguidores), o que faz desta religião a maior do mundo em número de fiéis, apresentado no gráfico. O cristianismo é uma religião surgida na Palestina, no primeiro século depois de Cristo e cujos alicerces são baseados nos ensinamentos de Jesus Cristo (4 a.C. – 29 d.C.). No entanto, dois mil anos depois de seu nascimento, o mundo experimenta várias formas de cristianismo, divididas em diferentes denominações. A maior divisão existe entre ortodoxos – também conhecidos como cristãos do Oriente – e os cristãos do Ocidente que, por sua vez, também se subdividiram entre cristãos católicos e protestantes.
No Brasil, 92% dos religiosos  são cristãos. Cerca de 16% da população brasileira é evangélica. Não é a toa que o país é conhecido como o maior país espírita e católico do mundo. Também é o segundo país em Testemunha de Jeová, e o movimento que mais cresce é o neopentecostal seguida do pentecostal.
Ortodoxos Orientais
Cristãos do oriente: Maioria concentrada na Rússia
Cristãos do ocidente; Católicos Romanos (Maioria concentrada no Brasil) e Protestantes (Maioria concentrada nos EUA)
ISLAMISMO
            O islamismo é a segunda maior religião do mundo em número de fiéis Logo atrás do cristianismo.  Conta, atualmente, com cerca de 1,3 bilhão de seguidores   e vem apresentando um crescimento expressivo de adeptos, sendo a que mais cresce no mundo. Foi fundado pelo profeta Maomé há 1400 anos no território que hoje corresponde à Arábia Saudita. Os países, com as maiores populações islâmicas, se encontram não somente no Oriente Médio, onde a religião surgiu, mas em outras partes da Ásia e no Norte da África. O maior país islâmico do mundo é a Indonésia, com 1700 milhões de muçulmanos, seguida pelo Paquistão (136 milhões), Bangladesh (105 milhões) e Índia (103 milhões).
            Muçulmano é todo aquele que segue o islamismo, uma religião monoteísta baseada no Corão ou Alcorão – o livro sagrado do Islã, considerado como a palavra de Deus revelada a Maomé. Islã vem do árabe e significa “submissão” (ao desejo e à orientação de Deus), tem suas raízes etimológicas assentadas na idéia de salam (paz) e é utilizado para designar o conjunto dos povos de civilização islâmica que professam o islamismo. Os lugares e espaços considerados mais sagrados pelos muçulmanos são as cidades de Meca, Medina e Jerusalém, todas localizadas no Oriente Médio, como aparece no mapa “Principais lugares sagrados do Islã”, na página 17 do caderno do aluno.
            Hajj é um dos cinco pilares da fé islâmica, uma peregrinação que os muçulmanos fazem à cidade de Meca pelo menos uma vez na vida. A Arábia Saudita estabelece cotas para os países, delimitando o número de peregrinos autorizados a participar do hajj. Do total dos mais de dois milhões de peregrinos que participaram do hajj em 2006, 70% eram estrangeiros, dos quais mais de um terço procedente do Sudeste Asiático, como podemos observar no gráfico “Peregrinos à Meca”, na página 17 do caderno do aluno. Durante o hajj, os fiéis se dedicam inteiramente a Alá e cada peregrinação costuma reunir, em Meca, cerca de dois milhões de muçulmanos de todo o mundo. O alvo da peregrinação é a Caaba, uma construção em forma de cubo na qual se reverencia um meteorito negro que fica no centro da grande mesquita em Meca.
Existem dois grupos de islâmicos, os sunitas que formam 90% de todos os fiéis, e os xiitas, que são a maioria em países como o Irã e o Iraque. Não podemos falar em um só mundo islâmico, assim como não existe um mundo cristão homogêneo.
O islamismo (religião) não deve ser confundido ou associado diretamente com o fundamentalismo islâmico, termo cunhado a partir do fim dos anos 1970, no contexto da Revolução Islâmica. O fundamentalismo é utilizado para todos os grupos extremistas (que levam ao exagero) em todas as religiões; a popularidade do termo advém de sua generalidade, o que reduz a complexidade de uma determinada religião ou cultura, reunindo grupos diferentes em seu interior sob a mesma denominação. Ele manifesta-se em movimentos empenhados na criação de sociedades regidas pelo Alcorão (livro sagrado do islamismo) e contrárias aos modelos políticos e filosóficos ocidentais (como a separação entre Estado e religião ou a separação entre a democracia e o individualismo, o que chamamos Estado Laico). O fundamentalismo propagou-se entre os muçulmanos especialmente após a Revolução Islâmica no Irã, que instalou no país um Estado teocrático, conduzido pelo líder xiita Ruhollah Khomeini. Também se destacam a atuação, no Egito, do grupo extremista Gammaat-i-Islami, responsável por atentados terroristas, em especial contra turistas estrangeiros em visita ao país; a Frente Islâmica de Salvação (FIS), na Argélia, que pretende reorganizar o país segundo as leis do Alcorão; a milícia (força militar de um país, tropa) xiita libanesa Hezbollah, diretamente envolvida no combate a tropas israelenses instaladas no sul do Líbano; o Hamas, nos territórios ocupados por Israel, contrário ao acordo de paz entre palestinos e israelenses; e a milícia Taliban, que luta, no Afeganistão, pela implantação de um estado islâmico “puro”.
JUDAÍSMO
ORIGEM e HISTÓRIA
O Judaísmo surgiu no Oriente Médio, há 3500 anos, fundado por Abraão e Moisés. É considerada a primeira religião monoteísta da história, que deu origem ao Cristianismo e ao Islamismo. Tem como crença principal a existência de um único Deus, criador de todo o universo. Seus templos chaman-se Sinagogas, seus líderes espirituais são chamados Rabbis ou Rabinos. Seu Livro Sagrado, chamado Torah ou Tanakh é a Bíblia Hebraica, especialmente os cinco primeiros livros do Antigo Testamento: Gênesis, Êxodo, Levítico, Números e Deuteronômio (pentateuco ). O Talmud é uma coleção de leis que inclui o Mishnah, Targumin, Midrashim, uma compilação em hebraico das leis orais, e o Gemará, comentários dessas leis, feitos pelos rabinos, em aramaico. Segundo as escrituras judaicas, Deus firmou um acordo com os hebreus, fazendo com que eles se tornassem o povo escolhido para ocupar Canaã a "Terra Prometida", onde corria leite e mel.
            O judaísmo é a mais antiga das religiões monoteístas e a que apresenta o menor número de fiéis pelo mundo. Entre os cerca de 13 milhões de judeus existentes no mundo, atualmente as maiores comunidades judaicas se concentram na Europa (a maior delas encontra-se na França), em Israel e nos Estados Unidos, como vemos na tabela “Mundo: população judaica, 1970-2020” na página 19 do caderno do aluno.
            Um dos aspectos essenciais do judaísmo é não ser uma religião missionária (pregação, missão). Aqueles que se convertem devem observar os preceitos da lei judaica (a Torá), interpretada como a orientação de Deus por meio das escrituras. A Tora, ou a Bíblia hebraica, é chamada pelos cristãos de Velho Testamento, reunindo principalmente os cinco primeiros livros da Bíblia, cuja autoria é atribuída a Moisés, o chamado Pentateuco. Em cada sinagoga, ao menos uma cópia da Torá em hebraico é conservada sob a forma de pergaminho. Comentários sobre a Tora, aplicando-as a situações contemporâneas (atuais) e circunstâncias variadas são encontrados no Talmud, um compêndio (livro de textos para escola, um resumo da doutrina) da lei.
            Os judeus possuem uma forte ligação com Israel (estado criado em 1948, situado em terra considerada prometida por Deus a Abraão) e com a cidade de Jerusalém, considerada sagrada. O judaísmo caracteriza-se por ser, fundamentalmente, uma religião da família e que se propaga por intermédio dela. Os judeus se consideram parte de uma comunidade global, com laços estreitos com outros judeus. Os judeus estão divididos de acordo com suas práticas religiosas e origens étnicas, em dois grupos: os askenazi (originário da Europa Central) e os sefarditas (com raízes na Espanha e no Oriente Médio).
De acordo com as escrituras judaicas, por volta de 1800 AC, Abraão recebeu uma sinal de Deus para abandonar o politeísmo e seguir para Canaã ( atual Palestina ). Abraão teve dois filhos, o primeiro com sua escrava Hagar chamado Ismael e outro chamado Isaque, com sua esposa Sarah. Isaque tem um filho chamado Jacó. Este, num certo dia, luta com um anjo de Deus e tem seu nome mudado para Israel, que significa: "Aquele que luta com Deus". Os doze filhos de Jacó dão origem as doze tribos que formavam o povo judeu. Por volta de 1700 AC, o povo judeu migra para o Egito onde são escravizados pelos faraós por aproximadamente 400 anos.
A libertação do povo judeu ocorre por volta de 1300 AC. A fuga do Egito foi comandada por Moisés, que recebe as tábuas dos Dez Mandamentos no monte Sinai. Durante 40 anos ficam peregrinando pelo deserto, até receber um sinal de Deus para voltarem para a terra prometida, Canaã.
Jerusalém é transformada num centro religioso pelo rei Davi. Após o reinado de Salomão, filho de Davi, as tribos dividem-se em dois reinos: Reino de Israel e Reino de Judá. Neste momento de separação, aparece a crença da vinda de um messias que iria juntar o povo de Israel e restaurar o poder de Deus sobre o mundo. Em 721 começa a diáspora judaica com a invasão babilônica. O imperador da Babilônia, após invadir o reino de Israel, destrói o templo de Jerusalém e deporta grande parte da população judaica.
No século I, os romanos invadem a Palestina e destroem o templo de Jerusalém. No século seguinte, destroem a cidade de Jerusalém, provocando a segunda diáspora judaica. Após estes episódios, os judeus espalham-se pelo mundo, mantendo vivas sua cultura e religião. Durante a segunda Guerra Mundial, o Povo Judeu é perseguido pelo Nazismo de Hitler e 6 milhões de Judeus foram assassinados no Holocausto. Em 1948, após a criação do estado de Israel, o povo judeu retoma o caráter de unidade política.
DISTRIBUIÇÃO ESPACIAL
Suas origens remontam à religião de Estado do antigo reino de Judá, que se extinguiu em 586 a.C..Os judeus sobreviventes enfrentaram o desafio de adaptar sua religião nacional a uma comunidade exilada dispersa entre o Egito e a Mesopotâmia. Seu sucesso é indicado pelo próprio desenvolvimento do judaísmo e pela profunda influência formativa dessa religião sobre duas outras grandes crenças, o cristianismo e o islamismo.
A Diáspora ("dispersão") ocorrida depois de 586 a.C. levou o judaísmo para quase todos os cantos do mundo, e a religião desenvolveu-se sob a influência das culturas que a abrigaram. A influência foi recíproca, porque os judeus atuaram como grandes transmissores de conhecimento. Por exemplo, a erudição árabe e da Grécia antiga que os judeus sefarditas levaram consigo quando foram expulsos da Espanha foi uma importante centelha para o Renascimento europeu.
As ruínas do muro ocidental do Segundo Templo de Jerusalém, de cerca de 200 A.C., destruído pelos romanos em 70 D.C. Este local sagrado vêm judeus, em peregrinações, oferecer preces de lamentação pela destruição do templo, e de esperança pela reconstrução do mesmo. Os cânticos e preces soam como lamentações. Os judeus acreditam que a "presença divina nunca abandona o Muro".
-Calendário Judaico:
O calendário judaico é contado desde 3761 a.C.. O Ano Novo judaico, chamado Rosh Hashaná, acontece no primeiro ou no segundo dia do mês hebreu de Tishri, que pode cair em setembro ou outubro. Os anos comuns, com doze meses, podem ter 353, 354 e 355 dias, enquanto os bissextos, de treze meses, 383, 384 ou 385 dias.
-As Festas Judaicas:
As datas das festas religiosas dos judeus são móveis, pois seguem um calendário lunisolar. As principais são as seguintes:
-Purim - os judeus comemoram a salvação de um massacre elaborado pelo rei persa Assucro.
-Páscoa ( Pessach ) - comemora-se a libertação da escravidão do povo judeu no Egito, em 1300 AC.
-Shavuót - celebra a revelação da Torá ao povo de Israel, por volta de 1300 a.C.
-Rosh Hashaná - é comemorado o Ano Novo judaico.
-Yom Kipur - considerado o dia do perdão. Os judeus fazem jejum por 25 horas seguidas para purificar o espírito.
-Sucót - refere-se a peregrinação de 40 anos pelo deserto, após a libertação do cativeiro do Egito.
-Chanucá - comemora-se o fim do domínio assírio e a restauração do tempo de Jerusalém.
-Simchat Torá - celebra a entrega dos Dez Mandamentos a Moisés.
SÍMBOLOS JUDAICOS:
-Kipá: pequena touca, que representa o respeito a Deus no momento das orações.
-Arca: representa a ligação entre Deuse o Povo Judeu. Nesta arca são guardados os pergaminhos sagrados da Torá .
-Menorah: com os templos destruídos, tornou-se o principal símbolo fé judaica. Ela é um dos símbolos nacionais do povo judeu e da identidade de Israel.
-Estrela de Davi: composta por dois triângulos, um com a ponta para cima e o outro para baixo. Um deles aponta para tudo que é espiritual e santo. O outro aponta para baixo tudo que é terreno e secular. Ao levar uma vida baseada no Torah, o judeu luta para unir o mundo espiritual ao terreno, o sagrado e o secular
-Torah ou Torá: livro sagrado do Judaísmo
BUDISMO
Origem:
O Budismo é uma filosofia de vida baseada integralmente nos profundos ensinamentos do Buda para todos os seres, que revela a verdadeira face da vida e do universo.
Quando pregava, o Buda não pretendia converter as pessoas, mas iluminá-las. É uma religião de sabedoria, onde conhecimento e inteligência predominam. O Budismo trouxe paz interior, felicidade e harmonia a milhões de pessoas durante sua longa história de mais de 2.500 anos.
O Budismo é uma religião prática, devotada a condicionar a mente inserida em seu cotidiano, de maneira a levá-la à paz, serenidade, alegria, sabedoria e liberdade perfeitas. Por ser uma maneira de viver que extrai os mais altos benefícios da vida, é freqüentemente chamado de "Budismo Humanista".
Algumas curiosidades e fatos históricos:
Aos 29 anos, resolveu sair de casa, e chocado com a doença, com a velhice e a com morte, partiu em busca de uma resposta para o sofrimento humano. Juntou-se a um grupo de ascetas e passou seis anos jejuando e meditando. Durante muitos dias, sua única refeição era um grão de arroz por dia. Após esse período, cansado dos ensinos do Hinduísmo e sem encontrar as respostas que procurava, separou-se do grupo. Depois de sete dias sentado debaixo de uma figueira, diz ele ter conseguido a iluminação, a revelação das Quatro Verdades. Ao relatar sua experiência, seus cinco amigos o denominaram de Buda (iluminado, em sânscrito) e assim passou a pregar sua doutrina pela Índia. Todos aqueles que estavam desiludidos pela crença hindu, principalmente os da casta baixa, deram ouvido a esta nova faceta de Satanás. Como todos os outros fundadores religiosos, Buda foi deificado pelos seus discípulos, após sua morte com 80 anos.
O Budismo consiste no ensinamento de como superar o sofrimento e atingir o nirvana (estado total de paz e plenitude) por meio da disciplina mental e de uma forma correta de vida. Também crêem na lei do carma, segundo a qual, as ações de uma pessoa determinam sua condição na vida futura. A doutrina é baseada nas Quatro Grandes Verdades de Buda:
Em sânscrito: catvāri āryasatyāni; Wyle: 'phags pa'i bden pa bzhi; em páli: cattāri ariyasaccāni) são um dos mais fundamentais ensinamentos do Budismo. Em termos resumidos, estas nobres verdades referem-se ao sofrimento (dukkha), sua natureza, sua origem, sua cessação e o caminho que conduz a essa cessação. Os budistas crêem que as Quatro Nobres Verdades estão entre as diversas experiências que Sidarta Gautama realizou durante sua tentativa de iluminação.
As Quatro Nobres Verdades aparecem diversas vezes ao longo dos mais antigos textos budistas, no Cânone Páli. Os primeiros ensinos e a compreensão tradicional no Budismo Teravada que é as Quatro Nobres Verdades são ensinamentos avançados para aqueles que estão prontos a elas. O Budismo Maaiana considera-as como um ensinamento prejudicial para as pessoas que não estão prontas para seus próprios ensinamentos.2
HINDUÍSMO
Hinduísmo  (antes chamado de Bramanismo)
Principal religião da Índia, o Hinduísmo é um tipo de união de crenças com estilos de vida. Sua cultura religiosa é a união de tradições étnicas. Atualmente é a terceira maior religião do mundo em número de seguidores. Tem origem em aproximadamente 3000 a.C na antiga cultura Védica.
Além da Índia, tem um grande número de seguidores em países como, por exemplo, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka e Indonésia.
O nascimento de uma pessoa dentro de uma casta é resultado do karma produzido em vidas passadas. Somente os brâmanes, pertencentes as castas "superiores" podem realizar os rituais religiosos hindus e assumir posições de autoridade dentro dos templos.
O Hinduísmo não tem uma organização estrutural (igreja, padres, etc.), nem um livro sagrado como a bíblia para o cristão. Caracteriza-se pelo politeísmo onde são adorados mais de 240.000 deuses mas as principais divindades são Brama (espírito da criação), Siva e Vishnu formando uma trindade em torno da qual se agrupam os outros deuses.
O hinduísmo é considerado uma filosofia de ordem religiosa que engloba tradições culturais, valores e crenças obtidas através de diferentes povos. Passando por constantes adaptações até chegar ao que se conhece hoje, o Hinduísmo foi dividido em fases para melhor apresentar sua história.
Na primeira fase, chamada de Hinduísmo Védico, cultuava-se deuses tribais como Dyaus (deus do céu, deus supremo) que gerou outros deuses. Na segunda fase, a partir de adaptações de outras religiões, surgiu o Hinduísmo Bramânico que cultuava a trindade composta por Brahma (divindade da alma universal), Vishnu (divindade preservadora) e Shiva (divindade destruidora).
Na terceira fase percebem-se diferentes adaptações influenciadas por religiões a partir do cristianismo, islamismo e outras. O Hinduísmo Híbrido surgiu então como a agregação de diversas influências. Para os hindus:
- A trajetória que a alma terá é traçada de acordo com as ações praticadas aqui na Terra (lei do Carma);
- A libertação final da alma (moksha) determina o fim do ciclo da morte e do renascimento;
- Os rituais hindus devem ser feitos sempre tendo a meditação (darshan) e a oferenda aos deuses (puja);
- A alimentação deve ser vegetariana, pois considera-se a utilização da carne na alimentação como uma prática impura;
- As preces cantadas (mantras) devem ser dedicadas a todos os deuses;
- O OM (aum) é o mantra mais importante, pois representa Deus;
- Shiva representa o princípio masculino enquanto o princípio feminino é representado por suas esposas Parvati (mãe), Durga (deusa da beleza), Kali (senhora da destruição) e Lakshmi (senhora da arte e da criatividade).
 O Hinduísmo da forma que o conhecemos hoje é a união de diferentes manifestações culturais e religiosas. Além da Índia, tem um grande número de seguidores em países como, por exemplo, Nepal, Bangladesh, Paquistão, Sri Lanka e Indonésia.
Crenças
Aqueles que seguem o Hinduísmo devem respeitar as coisas antigas e a tradição; acreditar nos livros sagrados; acreditar em Deus; persistir no sistema das castas (determina o status de cada pessoa na sociedade); ter conhecimento da importância dos ritos; confiar nos guias espirituais e, ainda, acreditar na existência de encarnações anteriores.
O nascimento de uma pessoa dentro de uma casta é resultado do karma produzido em vidas passadas. Somente os brâmanes, pertencentes as castas "superiores" podem realizar os rituais religiosos hindus e assumir posições de autoridade dentro dos templos.
Divindades
Os hindus são politeístas (acreditam em vários deuses). São os principais: Brahma (representa a força criadora do Universo); Ganesa (deus da sabedoria e sorte); Matsya (aquele que salvou a espécie humana da destruição); Sarasvati (deusa das artes e da música); Shiva (deus supremo, criador da Ioga), Vishnu (responsável pela manutenção do Universo).
Os textos principais do Hinduísmo são: Veda (considerado o mais importante), Upanishadas, Mahabharata e o Ramayana. Essas escrituras contêm hinos, encantamentos, filosofias, rituais, poemas, e histórias nas quais os hindus baseiam suas crenças. Outros textos usados pelo Hinduísmo são os Brahmanas, Sutras e os Aranyakas.
Apesar de o Hinduísmo ser conhecido como uma religião politeísta, com cerca de 330 milhões de deuses, também tem um "deus" que é supremo: Brahma. Acredita-se que Brahma seja uma entidade que habita em toda área da realidade e existência, por todo o universo. Acredita-se que Brahma seja um deus impessoal que não pode ser conhecido e que ele existe em três formas separadas: Brahma—Criador; Vishnu—Preservador e Shiva – Destruidor. Essas "facetas" do Brahma são também conhecidas através de muitas encarnações de cada uma. É extremamente difícil descrever a teologia hindu exatamente, já que praticamente todo sistema de teologia é influenciado de uma forma ou outra pelo Hinduísmo. O Hinduísmo pode ser:
1) Monístico – Apenas uma coisa existe; a escola de Sankara
2) Panteísta – Apenas uma coisa divina existe, por isso Deus é idêntico ao mundo; Brahmanismo
3) Panenteísmo – O mundo faz parte de Deus; a escola de Ramanuja
4) Teísta – Apenas um Deus, distinto da Criação; Hinduísmo Bhakti
Ao observar outras escolas do Hinduísmo, alguém pode defender a idéia de que o Hinduísmo seja ateísta, deístico ou até mesmo niilista. Com tanta diversidade sob o título "hindu", é preciso perguntar: o que faz uma religião "hindu" em primeiro lugar? O ponto principal em questão é se um sistema de crença enxerga os Vedas como sagrado ou não. Se sim, então é hindu. Se não, então não é. O assunto mais importante, no entanto, é intangível. Os Vedas são mais do que simples livros de teologia. Eles contêm uma rica e colorida "theo-mitologia", quer dizer, uma mitologia religiosa que deliberadamente se mistura com mitos, teologia e história para atingir uma base em forma de histórias. Essa "theo-mitologia" é tão bem fixada à história e cultura da Índia, que rejeitar os Vedas pode ser encarado como rejeitar a Índia. Portanto, um sistema de crença é rejeitado pelo Hinduísmo se não adotar a cultura indiana de uma forma ou outra. Se aceitar a cultura indiana e sua história theo-lendária, então pode ser enxergado como "hindu", mesmo se sua teologia for teísta, niilista, ateísta ou outra. Essa aceitação simultânea de tantas contradições pode ser uma dor de cabeça para as pessoas ocidentais que tentam achar consistência lógica e defesa racional nas opiniões religiosas do Hinduísmo. No entanto, é bem verdade que Cristãos não são mais lógicos do que os hindus quando clamam uma fé no Yahweh, mas ao mesmo tempo vivem suas vidas como ateus praticantes, negando a Cristo com suas vidas. Para o hindu, o conflito é uma contradição lógica e genuína. Para o Cristão, o conflito é provavelmente uma questão de hipocrisia.
O Hinduísmo também tem uma visão diferente da humanidade. Porque Brahma é tudo, o Hinduísmo acredita que todos são divinos. Atman, ou cada ser, é um com Brahma. Toda realidade fora do Brahma é considerada uma simples ilusão. O objetivo espiritual de um hindu é se tornar um com o Brahma, deixando então de existir em sua forma ilusória de "ser individual". Essa liberdade é conhecida como “moksha”. Até o estado “moksha” ser alcançado, o hindu acredita que essa pessoa vai continuar reencarnando para que possa trabalhar em se tornar a auto-realização da verdade (a verdade de que apenas Brahma existe, nada mais). A forma em que cada pessoa reencarna é determinada pelo Carma, o qual é um princípio de causa e efeito governado pelo equilíbrio da natureza. O que uma pessoa fez no passado afeta e corresponde com o que acontece no futuro, incluindo o passado e futuro de diferentes vidas.
Apesar de esse ser um simples resumo, é fácil ver que o Hinduísmo se opõe ao Cristianismo bíblico em quase todas as áreas do seu sistema de crença. O Cristianismo tem um Deus que é pessoal e conhecível (Deuteronômio 6:5; 1 Coríntios 8:6); um só livro conhecido como as Escrituras; ensina que Deus criou a terra e tudo que nela existe (Gênesis 1:1ff; Hebreus 11:3); acredita que o homem foi criado à imagem de Deus e vive apenas uma vez (Gênesis 1:27; Hebreus 9:27-28) e ensina que a salvação é somente através de Jesus Cristo (João 3:16; 6:44; 14:6; Atos 4:12). O Hinduísmo como um sistema religioso falha porque deixa de reconhecer Jesus como o Deus-homem e Salvador, a única fonte suficiente de salvação para toda a humanidade.

Fontes:
Equipe Brasil Escola
http://www.suapesquisa.com/religiaosociais/hinduismo.htm
http://www.gotquestions.org/Portugues/Hinduismo.html
http://pt.wikipedia.org/wiki/Quatro_Nobres_Verdades